Grandes avanços científicos não são planejados: agentes de auto-pesquisa têm muito em comum com testes de fuzzing
Os autores do novo trabalho argumentam que sistemas científicos autônomos devem se basear em sinais densos de progresso intermediário, como fazem os fuzzers, e não apenas no resultado final esparso. Essa abordagem permite que o agente explore hipóteses não convencionais e evite o overfitting ao benchmark.








